Se alguém pensa que irá encontrar na encenação de Mónica Garnel uma versão dita clássica, repleta de togas gregas, colunas e marcações previsíveis é porque não tem estado atento à modernidade da sua forma de ver o Teatro.

A peça é de 1977. A protagonista é Joana, mulher de grande vitalidade e energia que emprega para prover materialmente e em cuidados seus dois filhos menores, frutos de seu relacionamento com Jasão. Para ela, a vida não era “jogo, piada, risada, paz”.