Uma das excepções ao estereótipo é Bette Bavis com personalidade adulta, dura e conhecedora. Nunca inteiramente confortável como uma ingénua, era gloriosa como uma profissional, uma sobrevivente ou uma predadora malvada.

A mulher está sub-representada no cinema. As minorias raciais estão sub-representadas no cinema. O homem branco é vastamente representado no cinema.

“Woman – Mulher” (2019) é o mais recente documentário de Yann Arthus-Bertrand e Anastasia Mikova, o primeiro também realizador do conhecido “Humanos” (2015).

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que, associado ao fenómeno futebolístico, ouvi a expressão “passar repentinamente de bestial a besta”.

Considerado o primeiro grande filme de ficção científica, “Metropolis” (1927), criou para todo o resto do século, a imagem de uma cidade futurista como um inferno de progresso científico e desespero humano. Este filme deu origem não só a “Dark City”, mas também “Blade Runner”, “O Quinto Elemento”, “Alphaville”, “Escape From L.A.”, “Gattaca” e Gotham City do Batman.

O seu “salto de liberdade” não representou, apenas o maior salto de dança, de todos os tempos, contrariando a lei da gravidade (depois do bailarino Vaslav Nijinski) mas também de libertação das amarras do Comunismo, das convenções do ballet clássico, dos estereótipos de género na dança e de uma infância infeliz, de absoluta pobreza.

“Quase Famosos” mergulha profundamente no tempo em que o rock and roll reinava: uma época em que as hormonas saltavam, o amor doía mais, e as estrelas de rock eram deuses. “Honey, it’s all about drugs and promiscuous sex” refere a mãe de William.

Martin Scorsese é tido como o mais cinéfilo dos realizadores. Para além dos filmes, as suas paixões revelam-se ainda nos quinze documentários de que é autor. Muitos são sobre Nova Iorque, cidade onde cresceu. Outros são sobre a sua herança italiana, a admiração por Fellini e até pela moda, em parceria com Giorgio Armani, e também sobre música.