Olafur Eliasson é conhecido pelas suas esculturas e instalações em grande escala, nas quais emprega elementos como a luz, água, temperatura do ar para enriquecer a experiência do espectador. Nelas traça um caminho exploratório do espaço comum entre arte e ciência.

Se alguém pensa que irá encontrar na encenação de Mónica Garnel uma versão dita clássica, repleta de togas gregas, colunas e marcações previsíveis é porque não tem estado atento à modernidade da sua forma de ver o Teatro.

O Iberanime LX 2019 aconteceu em Maio e a Joana esteve lá!
Agora conta-nos tudo numa reportagem entusiasmada e entusiasmante sobre o evento dedicado à cultura pop japonesa, que é “quase como um clube secreto onde os fãs se encontram uma vez por ano para espreitarem as novidades do anime, manga e cosplay”.
Venha daí e veja como foi. Talvez até decida participar no próximo.

É chegado o momento de dar testemunho dos estranhos acontecimentos que presenciei há tantos anos atrás. Nunca me foi pedido silêncio, é certo. Mas o meu bom senso fez-me desde sempre sentir que devia exercer alguma discrição quanto ao que vi e ouvi. Foi isso que fiz.

Uma escritora sul-coreana chega ao inverno de Varsóvia para uma residência literária.
Instala-se no apartamento que escolheu e cobre com tinta branca o número da porta, grosseiramente entalhado por um instrumento perfurante, que há de ter sido empunhado por uma mão inábil e negligente.
O apartamento tem agora uma porta branca e para lá dela o espaço desconhecido que a escritora passará, por sua vontade, a ocupar.

Qualquer conflação da justificada luta pela melhoria das condições materiais em que operam as forças de segurança com apelos à apologia dos excessos policiais deve ser decididamente rejeitada, por ser falaciosa e contrária aos interesses dos agentes e dos demais cidadãos.