Não conhecia esta Lana del Rey, mais ácida do que doce, um talento tremendo para cantar histórias, brincar com palavras e, mais do que tudo, para transportar o ouvinte para o contexto em que se coloca enquanto narradora, como se aquela música e aquela letra fossem gémeas siamesas em harmonia simbiótica.

É o outono, estúpido, e neste que começa ouvem-se as vozes de algumas mulheres que encarnam bruxas, resistem a um aparente fim dos tempos e se dispõem ao sacrifício numa pilha de livros vulneráveis.

Patrícia Pinto é designer de moda, sendo o seu trabalho marcado pelos coloridos, mistura de influências e padrões de tecidos e malhas.
No seu bonito atelier, conversamos sobre os influxos no seu trabalho, desde a natureza impressiva das paisagens madeirenses, passando pelas técnicas manuais e ancestrais, até às mulheres na e da sua vida.

Os tempos mais recentes têm-nos oferecido muitos exemplares de literatura distópica. Mas, considerando os ventos que correm, seria bom que surgissem novos propostas de organização sócio-política assentes no direito de todos a uma vida feliz.

Prólogo, Ato, Epílogo de Fernanda Montenegro Nascida a 16 de Outubro de 1929 Fernanda Montenegro celebra hoje 90 […]

A respeito do maior desafio actual das sociedades contemporâneas – as alterações climáticas – o Luís debruça-se sobre dois episódios recentes: a reacção ao discurso de Greta Thunberg na Cimeira de Acção Climática, convocada pelas Nações Unidas, e o acolhimento público da decisão da Universidade de Coimbra de deixar de servir carne de vaca nas suas cantinas a partir de 2020.

O seu “salto de liberdade” não representou, apenas o maior salto de dança, de todos os tempos, contrariando a lei da gravidade (depois do bailarino Vaslav Nijinski) mas também de libertação das amarras do Comunismo, das convenções do ballet clássico, dos estereótipos de género na dança e de uma infância infeliz, de absoluta pobreza.