Sentados à mesa de um restaurante, cada um com uma imperial à frente e com o jantar escolhido, Germano estava pronto para prosseguir o seu relato.

Apesar das muitas controvérsias geradas em torno da sua figura, desde alegadas ligações à CIA, aproveitamento mediático aquando da elaboração, no início da sua carreira jornalística, de um artigo sobre as “Coelhinhas da Playboy”, acusações de mentir às mulheres induzindo-as a privilegiar a carreira profissional em detrimento da maternidade e até (pasme-se!) da circunstância – à qual é obviamente alheia – de ser uma mulher bonita, são muitos e, de todos os cantos do mundo, os que têm procurado orientação e esperança em torno das palavras de Steinem e do seu talento em produzir citações de conteúdo inspiracional e, sobretudo, mobilizador.

Desde 2007, altura da sua 1.ª edição, a Trienal de Arquitectura investiga, dinamiza e promove o pensamento e a prática da arquitectura. Além do fórum internacional que é organizado de três anos em três anos, a associação tem uma actividade contínua e produz eventos ao longo do ano como o Open House Lisboa e as Conferências Distância Critica.

As músicas transportam-nos para um Brasil pré-colonial, livre, puro e governado pela Mãe Natureza. Sente-se a paz na música que eles cantam, sem qualquer traço de angústia ou tristeza. Invocam os espíritos e divindades da Umbanda

Motivos para regressar a Coimbra não faltam. Passear pelas margens do Mondego, visitar o Museu Machado de Castro (que reabriu este ano após extensa renovação) ou a Biblioteca Joanina (reconhecida como uma das mais belas do mundo) são apenas alguns exemplos de entre muitos outros pontos de interesse. Um outro é o Festival Internacional de Blues de Coimbra, conhecido como Coimbra em Blues.

O Luís escreve-nos sobre pseudociência e deixa um conselho “mais do que nunca, é necessário critério na escolha de informação, capacidade de análise, ser-se crítico, e ter uma boa dose de cepticismo, ou, pelo menos, o melhor que se conseguir ser”.
Esteja atento e leia tudo aqui.

Hildegard von Bingen, também conhecida como Sibila do Reno, foi uma monja beneditina, mística, teóloga, filósofa, compositora, poetisa e naturalista germânica.
Apesar de enorme importância que teve no seu tempo, o seu nome acabou por cair no esquecimento tendo sido redescoberta no último quartel do XX.
O João Pedro recupera o seu trabalho neste artigo, composto em duas partes.
Hoje publicamos a segunda, dedicada à sua música.