Dizem que o primeiro número de uma revista é o mais difícil. “O que custa é começar!”, ouvimos. O arranque custa, é certo. Mas continuar na estrada também não é fácil. Por isso é tão especial para nós estarmos aqui com o segundo capítulo desta aventura. E ter-vos desse lado.

O Luís Ramos visitou a Casa-Museu Medeiros e Almeida, e encontrou, no seu interior, o lugar de um magnífico acervo, resultado de um cuidadoso coleccionismo a que se dedicou o empresário António de Medeiros e Almeida.
Leia porquê e deixe-se tentar aproveitando, já amanhã, as visitas guiadas gratuitas disponibilizadas no âmbito da iniciativa “Sábados no Museu”.

Linn da Quebrada encerra BoCA 2019

No contexto ambicionado pela Bienal – o aludido investimento e difusão da diversidade, cultural e artística e integração e empoderamento de diferentes comunidades, minorias e etnias – não poderia ser mais apropriada a escolha de Linn da Quebrada para apresentar, acompanhada de DJs, vocalistas e bailarinos, o concerto de encerramento, amanhã, no Lux Frágil.

Uma questão de conveniência – Sayaka Murata Sayaka Murata é uma descoberta recente em matéria de letras orientais. […]

Diamantino ou o surrealismo agridoce “Diamantino”, a primeira longa de Gabriel Abrantes, co-realizada com Daniel Schmidt, estreia amanhã […]

Epu-quê? por Luís Royal

Já todos conhecem esta questão das marcas das coisas que consumimos, pois quase todos viram ou, pelo menos, ouviram falar de “Mad Men”, também essa uma grande marca. Na Madison Avenue construía-se uma conspiração de que somos vítimas até hoje e que foi tão bem ficcionada (pelos vistos, pois não consegui passar dos cinzeiros sujos e machismo do 2.º episódio).