A ralé, no sentido assegurado por Hannah Arendt, o refugo de todas as classes, se tornou a classe dos burocratas, são os nossos novos senhores. A ralé está no poder.

Mais do que recordar este ou aquele episódio tenho procurado nos últimos tempos, encaixar num todo (“eu”) os vários acontecimentos da minha vida. É a preocupação de quem, aos 89 anos, encerra um passado longo e um futuro curto. Mas o empreendimento não me deixou tranquilo.

O Luís escreve-nos sobre pseudociência e deixa um conselho “mais do que nunca, é necessário critério na escolha de informação, capacidade de análise, ser-se crítico, e ter uma boa dose de cepticismo, ou, pelo menos, o melhor que se conseguir ser”.
Esteja atento e leia tudo aqui.

Os tempos mais recentes têm-nos oferecido muitos exemplares de literatura distópica. Mas, considerando os ventos que correm, seria bom que surgissem novos propostas de organização sócio-política assentes no direito de todos a uma vida feliz.

A respeito do maior desafio actual das sociedades contemporâneas – as alterações climáticas – o Luís debruça-se sobre dois episódios recentes: a reacção ao discurso de Greta Thunberg na Cimeira de Acção Climática, convocada pelas Nações Unidas, e o acolhimento público da decisão da Universidade de Coimbra de deixar de servir carne de vaca nas suas cantinas a partir de 2020.

O seu “salto de liberdade” não representou, apenas o maior salto de dança, de todos os tempos, contrariando a lei da gravidade (depois do bailarino Vaslav Nijinski) mas também de libertação das amarras do Comunismo, das convenções do ballet clássico, dos estereótipos de género na dança e de uma infância infeliz, de absoluta pobreza.

O Iberanime LX 2019 aconteceu em Maio e a Joana esteve lá!
Agora conta-nos tudo numa reportagem entusiasmada e entusiasmante sobre o evento dedicado à cultura pop japonesa, que é “quase como um clube secreto onde os fãs se encontram uma vez por ano para espreitarem as novidades do anime, manga e cosplay”.
Venha daí e veja como foi. Talvez até decida participar no próximo.

Qualquer conflação da justificada luta pela melhoria das condições materiais em que operam as forças de segurança com apelos à apologia dos excessos policiais deve ser decididamente rejeitada, por ser falaciosa e contrária aos interesses dos agentes e dos demais cidadãos.