Tudo é válido para suportar a passagem do tempo neste regime domiciliário. Por serem tempos estranhos, finalmente, consegui dedicar o meu tempo à terceira temporada de Stranger Things.

Andava eu num frenético zapping na plataforma Netflix, algures em 2017, quando dei de caras com um documentário com o título sugestivo de “O centro não consegue suster-se”. Li a sinopse e fiquei curiosa. O documentário pretendia retratar a vida de uma escritora/jornalista americana, de seu nome Joan Didion.

Mirai é um filme absolutamente inesquecível. Trata-se de um anime, como não podia deixar de ser. O tema é a importância da família e como, por vezes, os ciúmes entre irmãos podem levar a uma reflexão sobre nós próprios.

Na Literatura, como em tantos outros aspetos da vida humana, há sempre quem olhe de soslaio para manifestações artísticas, pedantemente, apelidadas de menores.

Todas as oportunidades são boas para visitar o MNNA. E, desde 29 de Novembro do ano passado até 15 de Março, a exposição “Alvaro Pirez d’Évora. Um Pintor Português em Itália nas Vésperas do Renascimento” é mais uma.

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que, associado ao fenómeno futebolístico, ouvi a expressão “passar repentinamente de bestial a besta”.

Na National Gallery, para além do acervo habitual, até 26 de Janeiro deste ano há um motivo adicional para fazer uma visita: a exposição dos trabalhos de Paul Gauguin.

No passado dia 25 de Novembro começaram os mercados de Natal (Weinachtsmärkte) na Alemanha, berço dos mesmos. Por cá também temos feiras, mercados e aldeias de Natal durante esta quadra, mas não são comparáveis.

Apesar das muitas controvérsias geradas em torno da sua figura, desde alegadas ligações à CIA, aproveitamento mediático aquando da elaboração, no início da sua carreira jornalística, de um artigo sobre as “Coelhinhas da Playboy”, acusações de mentir às mulheres induzindo-as a privilegiar a carreira profissional em detrimento da maternidade e até (pasme-se!) da circunstância – à qual é obviamente alheia – de ser uma mulher bonita, são muitos e, de todos os cantos do mundo, os que têm procurado orientação e esperança em torno das palavras de Steinem e do seu talento em produzir citações de conteúdo inspiracional e, sobretudo, mobilizador.