Esboçada em Heiligenstadt (actualmente integrada em Döblin, distrito de Viena) durante o ano de 1802, a forma definitiva da 3.ª Sinfonia foi composta entre 1803 e o início de 1804, tendo estreado particularmente no Verão de 1804 no castelo do Príncipe Lobkowitz, em Eisenberg (actual Jezeří), na Boémia. A primeira apresentação pública teve lugar no Teatro an der Wien, em Viena, no dia 7 de Abril de 1805, dirigida pelo próprio compositor.

Ludwig van Beethoven é um dos nomes cimeiros da arte musical, um daqueles que é universalmente conhecido e reconhecido, mesmo para além das fronteiras da chamada música clássica.
Quem não conhece os acordes iniciais da sua 5.ª Sinfonia, uma frase composta por três notas breves e idênticas, seguidas por uma longa, comummente identificada como o tema do destino?

Sentam-se, quase colados, aproximam-se do telefone que ela segura exatamente no meio dos dois, onde as pernas e os ombros se tocam, e cada um fica com a ponta de um auricular. Sem uma palavra, concentrados, acabam por encostar as cabeças e ficam ali, alheados do mundo.

A rainha, olhos castanhos aquosos e protuberantes, confessa-se incapaz de chorar e isso perturba-a. Rasgo a embalagem do pequeno chocolate recheado de caramelo e trinco-o. Falta geada àquele olhar.

As músicas transportam-nos para um Brasil pré-colonial, livre, puro e governado pela Mãe Natureza. Sente-se a paz na música que eles cantam, sem qualquer traço de angústia ou tristeza. Invocam os espíritos e divindades da Umbanda

Hildegard von Bingen, também conhecida como Sibila do Reno, foi uma monja beneditina, mística, teóloga, filósofa, compositora, poetisa e naturalista germânica.
Apesar de enorme importância que teve no seu tempo, o seu nome acabou por cair no esquecimento tendo sido redescoberta no último quartel do XX.
O João Pedro recupera o seu trabalho neste artigo, composto em duas partes.
Hoje publicamos a segunda, dedicada à sua música.

Hildegard von Bingen, também conhecida como Sibila do Reno, foi uma monja beneditina, mística, teóloga, filósofa, compositora, poetisa e naturalista germânica.
Apesar de enorme importância que teve no seu tempo, o seu nome acabou por cair no esquecimento tendo sido redescoberta no último quartel do XX.
O João Pedro recupera o seu trabalho neste artigo, que será publicado em duas partes.
Hoje publicamos a primeira delas, dedicada à figura de HvB.

Não conhecia esta Lana del Rey, mais ácida do que doce, um talento tremendo para cantar histórias, brincar com palavras e, mais do que tudo, para transportar o ouvinte para o contexto em que se coloca enquanto narradora, como se aquela música e aquela letra fossem gémeas siamesas em harmonia simbiótica.