Dizem que o primeiro número de uma revista é o mais difícil. “O que custa é começar!”, ouvimos. O arranque custa, é certo. Mas continuar na estrada também não é fácil. Por isso é tão especial para nós estarmos aqui com o segundo capítulo desta aventura. E ter-vos desse lado.

O Luís Ramos visitou a Casa-Museu Medeiros e Almeida, e encontrou, no seu interior, o lugar de um magnífico acervo, resultado de um cuidadoso coleccionismo a que se dedicou o empresário António de Medeiros e Almeida.
Leia porquê e deixe-se tentar aproveitando, já amanhã, as visitas guiadas gratuitas disponibilizadas no âmbito da iniciativa “Sábados no Museu”.

Linn da Quebrada encerra BoCA 2019

No contexto ambicionado pela Bienal – o aludido investimento e difusão da diversidade, cultural e artística e integração e empoderamento de diferentes comunidades, minorias e etnias – não poderia ser mais apropriada a escolha de Linn da Quebrada para apresentar, acompanhada de DJs, vocalistas e bailarinos, o concerto de encerramento, amanhã, no Lux Frágil.

Uma questão de conveniência – Sayaka Murata Sayaka Murata é uma descoberta recente em matéria de letras orientais. […]