“Woman – Mulher” (2019) é o mais recente documentário de Yann Arthus-Bertrand e Anastasia Mikova, o primeiro também realizador do conhecido “Humanos” (2015).

Esboçada em Heiligenstadt (actualmente integrada em Döblin, distrito de Viena) durante o ano de 1802, a forma definitiva da 3.ª Sinfonia foi composta entre 1803 e o início de 1804, tendo estreado particularmente no Verão de 1804 no castelo do Príncipe Lobkowitz, em Eisenberg (actual Jezeří), na Boémia. A primeira apresentação pública teve lugar no Teatro an der Wien, em Viena, no dia 7 de Abril de 1805, dirigida pelo próprio compositor.

Ludwig van Beethoven é um dos nomes cimeiros da arte musical, um daqueles que é universalmente conhecido e reconhecido, mesmo para além das fronteiras da chamada música clássica.
Quem não conhece os acordes iniciais da sua 5.ª Sinfonia, uma frase composta por três notas breves e idênticas, seguidas por uma longa, comummente identificada como o tema do destino?

Petrunya despe-se perante a mãe e diz-lhe: “Mãe, olha para mim. Eu saí da tua vagina. Achas que sou feia?”. Tem 32 anos de idade, mora com os pais, na pequena cidade de Stip, na Macedónia. É considerada gorda, feia, mal apresentada e está desempregada apesar da sua licenciatura em história. Não manifesta apreço por religião e defende a integração dos ideais comunistas nas estruturas democráticas.

Uma montanha de livros… um conjunto interminável de obras interessantes (umas mais interessantes do que outras, é um facto), e sempre tão pouco tempo e disposição para ler todos os livros que compramos (que eu compro, melhor escrevendo!).

Endireita-te. Ombros para trás. Sabes que gosto que andes com as costas direitas, senão pareces mais baixo. É curioso o modo como eu ainda me preocupo contigo, depois de tudo. Não sei ao certo se sinto raiva, se estou zangada, ou apenas calma e com necessidade de te perdoar. Mas sinto pena de ti. E não queria.

O despertador tocou irritante pelas 8h00. Espreguiçou-se e respirou fundo. Agora não se podia queixar de falta de tempo para dormir. Quando os miúdos eram pequenos (parecia ontem, mas tinha sido há décadas) acordava pelas 06h00 para os chamar, vestir e dar o pequeno almoço, entre protestos e queixumes.

Quando surgiu a oportunidade de colaborar com a Revista, em novembro do ano passado, o objectivo passava por tentar fazer uma espécie de crónica cultural/social sobre espectáculos, concertos, livros, cinema e afins. Confesso que fiquei muito entusiasmada, não só com a possibilidade de partilhar gostos e pensamentos, mas também com o facto de antecipar um ano de 2020 repleto de saídas musicais. Podia abusar de todos os concertos que quisesse, sem problemas de consciência e sempre com a desculpa do trabalho de pesquisa para um novo artigo da Revista. E se havia boa música ao vivo em 2020! Metronomy, Bon Iver, Nick Cave, Michael Kiwanuka e tantos mais…

Julgo não me enganar se afirmar que, para a grande maioria das pessoas, a menção do nome Bórgia ilumina na sua galeria de sinónimos, num reflexo quase pavloviano, as palavras luxúria, veneno, homicídio, violência, incesto, e ainda crueldade, nepotismo, falsidade ou heresia, para só nomear as mais lisonjeiras.