Do que nos lembramos quando pensamos nas nossas origens? Com certeza, e de imediato, lembramo-nos dos nossos pais e avós. Possivelmente, há quem tenha ainda na sua memória uma bisavó já muito velhinha que ia visitar quando era criança ou adolescente.

Todas as oportunidades são boas para visitar o MNNA. E, desde 29 de Novembro do ano passado até 15 de Março, a exposição “Alvaro Pirez d’Évora. Um Pintor Português em Itália nas Vésperas do Renascimento” é mais uma.

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que, associado ao fenómeno futebolístico, ouvi a expressão “passar repentinamente de bestial a besta”.

As questões que perpassaram a vida de Carolina Maria de Jesus e o seu “Quarto de Despejo” continuam actuais numa sociedade em que persistem gritantes assimetrias e injustiças sociais: muitas “salas de visita” e muitos “quartos de despejo”.

Na National Gallery, para além do acervo habitual, até 26 de Janeiro deste ano há um motivo adicional para fazer uma visita: a exposição dos trabalhos de Paul Gauguin.

Consegui atrair a enorme e grotesca lagarta para fora de casa graças a um rasto de madeira que fui deixando. Todos os pedaços que encontrava eram para ela. Foi comendo até chegarmos ao armazém.

Considerado o primeiro grande filme de ficção científica, “Metropolis” (1927), criou para todo o resto do século, a imagem de uma cidade futurista como um inferno de progresso científico e desespero humano. Este filme deu origem não só a “Dark City”, mas também “Blade Runner”, “O Quinto Elemento”, “Alphaville”, “Escape From L.A.”, “Gattaca” e Gotham City do Batman.

Durante muitos anos da minha juventude, habituei-me a ver o filme Quo Vadis nas quadras festivas. Creio que era por ocasião do Natal que o filme era transmitido na televisão, normalmente alternando com o Ben-Hur ou com Os Dez Mandamentos. A memória que retenho dessas grandes produções da época de ouro de Hollywood é muito escassa, mas invariavelmente positiva.