Sou latino-americana, mas o que significa isso?

Até a minha adolescência, meu pertencimento à latino américa era titubeante, sentia que a civilização estava na Europa e que nós, abaixo da linha do Equador, éramos terceiromundistas, precisávamos caminhar na direção das luzes para estar próximo ao mundo desenvolvido. O iluminismo estava aí para nos mostrar que, com a modernidade, tínhamos sido divididos em antes e depois: estávamos nós ainda no antes, seres mágicos e míticos, sem uma cultura com envergadura, envoltos em crendices e dialetos, tendo como bússola o norte.

Mais do que um livro, Terra Americana é um fenómeno. No dia seguinte ao da publicação do romance nos Estados Unidos da América, em Janeiro deste ano, Oprah Winfrey anunciava-o como o livro seguinte do seu clube de leitura.

James Baldwin tinha 24 anos quando chegou a Paris com apenas um punhado de dólares no bolso, a vontade de escapar à discriminação e o desejo feroz de dedicar a sua vida à escrita.

Nascido na primeira parte do século XVIII Francisco Almeida integrou um conjunto de compositores portugueses enviados para Roma por D. João V, com o objectivo de aí estudarem. Pretendia o monarca aproveitar as riquezas que afluíam a Lisboa para renovar a a vida artística e cultural do nosso país.

Uma das excepções ao estereótipo é Bette Bavis com personalidade adulta, dura e conhecedora. Nunca inteiramente confortável como uma ingénua, era gloriosa como uma profissional, uma sobrevivente ou uma predadora malvada.

A mulher está sub-representada no cinema. As minorias raciais estão sub-representadas no cinema. O homem branco é vastamente representado no cinema.

Há muito tempo, quando a Terra ainda tinha magia, as estações se encontravam e antes do Frio ser Inverno, havia uma floresta. Era grande, cheia de árvores frondosas e pequenas clareiras onde corriam riachos e havia tapetes de belas flores.

Tinha passado um par de anos desde o fim Grande Confinamento quando a reencontrou. Viu-os pelo canto do olho, os contornos da pessoa com quem habitou.

“Woman – Mulher” (2019) é o mais recente documentário de Yann Arthus-Bertrand e Anastasia Mikova, o primeiro também realizador do conhecido “Humanos” (2015).